Respeito ao meio ambiente e reciclagem resultam em arte e diversão

A pequena Marina fotografada pelo pai, vendo a alegria dela ao brincar na onda.


Fonte: Camerasurf
Por: Guilherme Monteiro/Jornal HIGH TIDE

Nos dias de hoje, é certo que estamos vivendo em um momento de total catástrofe e desequilíbrio ambiental. A degradação e a destruição do meio ambiente já se espalham pelos quatro cantos do mundo.

Tempestades, inundações, desmoronamentos, terremotos, descontrole do tempo e temperaturas, rios poluídos, lixo sendo gerado por toda a parte e uma pequena minoria exercendo seu dever de cidadania, que é cuidar dos detritos que geram em seus lares e ambientes de trabalho.
Uma das principais fontes poluidoras do mundo é o acúmulo de lixo gerado e não devidamente recolhido e tratado.

Desta pequena minoria, achamos duas pessoas que através do respeito e amor que tem pela natureza, deixam seu recado através de um trabalho que pode transformar a visão de muita gente quando ouvirem falar da palavra reciclagem.

Dos tubos de pets de refrigerantes, através de um exaustivo, mas gratificante trabalho de captação destas garrafas plásticas, dois apaixonados pelo surf, oceanos e mares, mostram um verdadeiro exemplo de como é possível, de forma criativa, cuidar do meio ambiente. Estas garrafas poderiam estar boiando em algum rio, córregos, mar ou acumulando – se em ruas, entupindo bueiros, mas eles fizeram delas algo útil, gerando atração, diversão e entretenimento, além de uma verdadeira aula de educação ambiental.

Estamos falando de Genilson Mendes, o (Geba), e Dárcio, inventor e investidor do projeto, o primeiro um advogado aposentado e ex-surfista, o outro um artista plástico e também ex-surfista, que tem no surf e no mar a inspiração de seus trabalhos.

Veja mais fotos e saiba mais sobre a onda

O artista Geba e sua obra.

“CRIANDO ONDAS”
Eles criaram um modelo que compreende a uma estrutura de garrafas plásticas, em número estimado de seis mil, as quais foram encaixadas e coladas com cola benzina de alto contato. As garrafas adquirem em sua performance final o formato de uma onda oceânica a qual representa a dinâmica de quebrar na praia .

As pets são cobertas em uma segunda fase por folhas plásticas coladas ao conjunto que dão corpo a estrutura interna do modelo; tal conjunto ainda é revestido em sua fase final por uma manta acrílica pintada abaixo da qual na parte inferior é acoplado uma estrutura de ferro e madeira que está apta a suportar duzentos quilos por metro quadrado. Todo o conjunto eleva-se a dois metros e vinte de altura por sete metros de comprimento, ainda , na parte posterior da peça, é acoplada uma barraca com estrutura metálica e revestida com lona plástica a qual poderá ser utilizada como abrigo e ou componente opcional perfazendo uma largura total de cinco metros.

Reciclagem, ecologia e imaginação resultam em arte e respeito ao meio ambiente.

O modelo foi criado e construído para proporcionar laser e incentivo ao esporte em geral, além de visar o fato de reciclar materiais com teor poluente ao meio ambiente.

Um conjunto harmonioso, caracterizado pelo fato de que permita a exploração comercial do modelo para fins de propaganda, publicidade, recreação em eventos e apresentação de produtos voltados a esportes e práticas oceânicas.

Um apelo ecológico”, é o que comenta Dr. Dárcio, o investidor do projeto. “Transformamos o lixo em esporte e cultura e assim damos o nosso auxílio e exemplo de como combater a poluição, e preservar o meio ambiente”.

Já o inventor Genilson, o Geba, comenta: “As ondas sempre foram as inspirações de meus trabalhos, e fico muito satisfeito em poder deixar meu recado as pessoas, através desta onda. A mensagem que deixo, é para que não poluam e não destruam nosso planeta. Pois se tudo continuar como está, certamente vamos ter ondas reais só na lembrança, e todos vão ter que ter só uma destas de pets rsrsrs”, finaliza o artista.

Um fantástico projeto, que está à disposição de empresários do segmento, que queiram uma forma maior ainda de interagir com seu produtos e clientes.

Comentario de Guilherme Monteiro:
Coisa maluca!! Acordei e senti uma energia, uma energia que não sabia de onde vinha. Quando fui até a porta e coloquei meu corpo para fora, vi este poder vindo de uma onda estática.
Imóvel, ali parado, fiquei como ela. Meio estagnado, sem saber direito como surfa-la, senti apenas que aquilo era um sonho, mas um sonho real, um sonho deste incrível artista.
Obrigado Geba você faz do surf uma “Arte”

A onda esta em exposição na redação do HIGH TIDE, em Mongaguá, e pode ter a visitação para o público e empresários, agendada pelo e-mail: guilhermehightidea@yahoo.com.br
Vale conferir

Wipe out nervoso.

Guilherme Monteiro não resistiu e experimentou a brincadeira na onda imaginável.

Surf na mata? Sim, explore os limites, use a imaginação.

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